Sabado, 04/09/2010
Visitas: 163436
Presidente
Homenagens
Eventos & Cursos
Convênios
Índices Econômicos
Enquete
Downloads
Links
Nome:
Área de Atuação :
Cidade:
 

BRASIL JÁ DERRUBOU 16,3% DA AMAZÔNIA
BRASIL JÁ DERRUBOU 16,3% DA AMAZÔNIA Total acumulado alcança 653 mil km2 de floresta derrubada, área equivalente às de França e Portugal somadas Desmatamento na Amazônia cresce 2% A estimativa de desmatamento na Amazônia ficou em 23.750 km2 para o período 2002-2003, segundo dados divulgados ontem pelo governo federal. Com isso, a região amazônica já perdeu 16,3% da área de floresta desde a década de 1970. São 653 mil km2, equivalentes aproximadamente aos territórios da França e de Portugal. O dado representa um crescimento de 2% em relação à confirmação da área devastada entre 2001-2002, percentual que está dentro da margem de erro do Inpe (entre 4% e 5%). Apesar de estar abaixo da expectativa inicial, tanto do governo como de entidades ligadas ao setor, a estimativa ficou em um patamar "inaceitável", "gravíssimo" e "intolerável", de acordo com os ministros José Dirceu (Casa Civil) e Marina Silva (Meio Ambiente). Em comparação com outras áreas contínuas de floresta tropical no mundo, em que pelo menos metade da mata já foi destruída, o dado de 16,3% parece reduzido. Mas é preciso levar em conta que se trata da maior extensão de floresta desse tipo, cerca de 4 milhões de km2 -metade do Brasil. Um grupo de 25 cidades em três Estados -Mato Grosso, Pará e Rondônia- concentrou praticamente 50% da área devastada em 2003, sendo São Félix do Xingu (PA) o campeão, com 1.332 km2. Mato Grosso lidera o ranking de desmatamento entre os Estados, com 10.416 km2. Atrás vem Pará, com 7.293 km2. Segundo o governo, a maior parte do desmatamento em Mato Grosso é ilegal. Uma situação grave, porque é o Estado com o sistema mais avançado de licenciamento ambiental. Do total desmatado em áreas protegidas, as unidades indígenas apresentaram aumento de 57,33% de devastação, representando 682 km2. Desses, a maior parte está na área Apyterewa. Por outro lado, as áreas federais e estaduais tiveram retração, 23,45% e 6,10%, respectivamente. "Pela primeira vez, o anúncio dos dados não é um ato isolado do ministério, mas uma ação de governo. [O desmatamento] não é algo que se resolve em um ano", disse Marina Silva. "Não estamos implantando ações que possam dar frase de efeito, mas que são estruturantes." Como era esperado, a confirmação da área devastada em 2001-2002 também ficou abaixo da estimativa inicial, fechando em 23.266 km2. Isso representa um aumento de 28% em comparação ao período 2000-2001. A marca divulgada no ano passado havia sido de 25.476 km2, o que projetava um aumento de 40%. O governo aponta entre as causas do desmatamento a expansão da pecuária e da agricultura, principalmente soja, a grilagem de terras públicas e a exploração predatória de madeira. Para combatê-las, o ministro José Dirceu disse que o governo tem o Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia. Destacou entre as ações o sistema de alerta para detectar em tempo real o desmatamento (a ser inaugurado no próximo dia 13), a criação de novas áreas de conservação (um total de 134 mil km2) e um acordo de cooperação entre ministérios para a fiscalização integrada, inclusive com Estados. O acordo foi assinado ontem entre Justiça, Meio Ambiente, Defesa e Desenvolvimento Agrário. Com isso, o Exército passa a fornecer helicópteros para o Ibama fazer as fiscalizações. Com isso, o órgão gastará 30% do que investia no aluguel de aeronaves. As equipes de fiscalização também terão, a partir deste mês, representantes do Ministério do Trabalho, Incra, Receita Federal e polícias Rodoviária e Federal, além do Ibama, cujo número de bases sobe de 4 para 19. Já a criação das unidades de conservação priorizará a Terra do Meio, o noroeste de Mato Grosso e o sudeste de Amazonas. Fonte: Folha de São Paulo

 

DEPARTAMENTO DE MEIO AMBIENTE DA AREA-TB CONTA COM NOVO DIRETOR
 
FATORES QUE CONTRIBUEM PARA A DEGRADAÇÃO AMBIENTAL E ANUNCIADA MORTE DO RIO TUBARÃO... ENG. CIVIL FRANCISCO BELTRAME - Atualizado em 03/09/2008
 
ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL E SUA CORRELAÇÃO COM AS OBRAS NAS MARGENS DO RIO TUBARÃO - Eng. Civil Francisco Beltrame
 
ÁREA AMBIENTAL: CREA-SC ASSINA CONVÊNIO PARA APRIMORAR FISCALIZAÇÃO
 
OS RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL - Advogada Fabiola de Souto
 
ÉTICA E MEIO AMBIENTE - Eng. Civil Francisco Beltrame
 
QUEIMADA E DESMATAMENTO AFETAM TODO O PAÍS, DIZ IBGE
 
DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL BUSCA CRESCIMENTO SEM DESTRUIÇÃO
 
SEGUNDO O WWF BRASIL UTILIZA MAIS RECURSOS NATURAIS DO QUE TEM
 
ENGENHARIA AMBIENTAL IDENTIFICA, EQUACIONA E PROPÕE SOLUÇÕES PARA AS QUESTÕES AMBIENTAIS
 
EMPRESA FATURA COM APROVEITAMENTO DE LÂMPADAS FLUORESCENTES
 
AUTOR DE LIVRO SOBRE TRANSGÊNICOS DENUNCIA MENTIRAS DA INDÚSTRIA
 
BRASIL JÁ DERRUBOU 16,3% DA AMAZÔNIA
 
PLÁSTICO DE GARRAFA PET PODE SUBSTITUIR BRITA NO CONCRETO
 
MUDANÇAS NO CLIMA AFETAM O BRASIL E O MUNDO
 
PESQUISAS LEVANTAM SUSPEITAS SOBRE A LIGAÇÃO ENTRE OS CELULARES E O SURGIMENTO DE DOENÇAS
 
Voltar
Profissionais Habilitados
SIGAT
CREANET
 
   
© 2003 - Konector® - Todos os direitos reservados AREA-TB